Biomarcadores gliais como preditores precoces de declínio cognitivo na Doença de Alzheimer: O papel das citocinas e reatividade microglial

dc.contributor.authorCHILISSE, Lorrane Soares
dc.contributor.authorAZEVEDO, Mariana De Almeida (Orient.)
dc.date.accessioned2026-09-02T23:03:19Z
dc.date.available2026-09-02T23:03:19Z
dc.date.issued2026
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso apresentado ao curso bacharelado de Biomedicina na Faculdade de Minas - FAMINAS como requisito parcial a obtenção do título de bacharel em Biomedicina. Orientadora: Prof ª Mariana de Almeida Azevedo Co-orientador: Prof. Dr. Igor Vilaça Romano.
dc.description.abstractA Doença de Alzheimer (DA) tem sua fisiopatologia cada vez mais associada à neuroinflamação crônica como um motor central e precoce da neurodegeneração. Diante desse novo paradigma, o presente estudo objetiva analisar o papel das citocinas e da reatividade microglial na DA, destacando os biomarcadores gliais como potenciais preditores do declínio cognitivo e da progressão patológica. O trabalho trata-se de uma revisão integrativa da literatura orientada pelo protocolo PRISMA. Realizou-se um levantamento bibliográfico nas bases de dados PubMed e SciELO, resultando na triagem e seleção de uma amostra analítica final de 13 artigos primários que investigaram as interações moleculares do biomarcador sTREM2 com o Alzheimer e a neuroinflamação. Os estudos demonstram que, diante das proteínas amiloides, a microglia falha em suas funções fagocíticas e adota um perfil neurotóxico, secretando mediadores inflamatórios (como IL-1β e TNF-α) que atuam como gatilhos para a conversão de astrócitos saudáveis no fenótipo reativo neurotóxico A1. A progressão da doença induz falhas na barreira hematoencefálica, permitindo que assinaturas gliais sejam detectadas perifericamente por meio de "biópsias líquidas". Destacam-se o biomarcador GFAP, que reflete precocemente o dano metabólico astrocitário, e o receptor sTREM2, que rastreia dinamicamente a ativação microglial desde a fase pré-clínica. Ademais, a literatura aponta que a alta aptidão física combinada ao fator genético de proteção KLOTHO (KL-VS) promove considerável atenuação desses marcadores inflamatórios. A validação e a implementação de biomarcadores moleculares gliais de fluidos representam um avanço fundamental para a acessibilidade, predição e democratização do diagnóstico precoce da Doença de Alzheimer. O trabalho destaca, por fim, o papel do biomédico analista no estabelecimento de padronizações metodológicas e de valores de referência direcionados para futuras aplicações personalizadas na rotina laboratorial.
dc.identifier.citationCHILISSE, Lorrane Soares. Biomarcadores gliais como preditores precoces de declínio cognitivo na Doença de Alzheimer: O papel das citocinas e reatividade microglial. Orientadora: Mariana De Almeida Azevedo. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina ) – Centro Universitário FAMINAS, Muriaé, 2026. Disponível em:
dc.identifier.urihttps://bibliotecadigital.faminas.edu.br/123456789/880
dc.language.isopt
dc.publisherFAMINAS
dc.subjectNeuroinflamação
dc.subjectMicróglia
dc.subjectBiomarcadores
dc.subjectInterleucinas
dc.subjectProteína tau e betaamiloide
dc.subjectDoença de Alzheimer
dc.titleBiomarcadores gliais como preditores precoces de declínio cognitivo na Doença de Alzheimer: O papel das citocinas e reatividade microglial

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